- Publicidade -
25 C
Balneário Camboriú

Bolsonaro apela para caminhoneiro não realizar greve e avalia medidas no diesel

Leia também

Financiamento imobiliário cresce 72% em janeiro ante janeiro de 2020, diz Abecip

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos imobiliários com recursos...

Faltou trabalho para 32,031 milhões de pessoas no País no fim de 2020

No trimestre terminado em dezembro de 2020, faltou trabalho para 32,031 milhões de pessoas no País, segundo os dados...

Dólar dispara e vai a R$ 5,51 mesmo com injeção de US$ 1,5 bi pelo BC

O câmbio teve novo dia de tensão, lembrando o pregão da última segunda-feira. A diferença é que naquele dia...

O presidente da República, Jair Bolsonaro, fez nesta quarta-feira um apelo aos caminhoneiros para que desistam da paralisação da categoria, programada para a semana que vem. Ele confirmou a intenção do governo de reduzir tributos sobre o diesel para aliviar a pressão do reajuste do combustível sobre o bolso dos caminhoneiros, mas ressaltou que “não é uma conta fácil de ser feita”. Cada centavo de redução no PIS/Cofins sobre o diesel teria impacto de R$ 800 milhões nos cofres públicos. “Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia, apelamos para eles que não façam greve, que todos nós vamos perder”, pediu o presidente.

Bolsonaro esteve nesta quarta com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na sede da pasta. A reunião não estava na agenda oficial de nenhum deles. No encontro, um dos assuntos foi justamente a possibilidade de compensar os caminhoneiros pelo aumento no preço do diesel.

- Publicidade -

“Estamos estudando medidas. Agora não tenho como dar uma resposta de como diminuir o impacto, na verdade foram R$ 0,09 (de aumento) no preço do diesel (na refinaria). Para cada centavo no preço do diesel que por ventura nós queremos diminuir, no caso o PIS/Cofins, equivale a buscarmos em algum outro local R$ 800 milhões. Então não é uma conta fácil de ser feita”, afirmou o presidente.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), técnicos ressaltam que o corte no PIS/Cofins só vai adiante se houver compensação, ou seja, elevação de outro tributo ou corte de subsídio. As opções ainda estão sendo analisadas pela área econômica. Há quem seja contra a medida por considerar que resolve a questão apenas no curtíssimo prazo, sem afastar risco de novos reajustes nos preços.

Bolsonaro disse que a Petrobras dá reajustes conforme o preço do petróleo no mercado internacional e a cotação do dólar. “Ontem tivemos boa notícia, dólar baixou 20 centavos”, afirmou.

O presidente atribuiu os preços elevados do combustível à carga de impostos, sobretudo estaduais. “O diesel, na refinaria, o preço está razoável, mas até chegar na bomba de combustível tem ICMS, tem margem de lucro, tem transportador, tem muito monopólio no meio disso”, afirmou. “A solução não é fácil e estamos buscando uma maneira de não ter mais esse reajuste (para o diesel). Porque os impostos federais, a gente sempre disse, eu estou pronto para zerar, a gente vai para o sacrifício, mas gostaria que o ICMS acompanhasse também essa diminuição”, acrescentou.

- Publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -

PM dispersa banhistas em praias de Florianópolis em fim de semana de lockdown

A Polícia Militar de Santa Catarina dispersou banhistas que se aglomeravam em praias no norte da ilha, em Florianópolis,...
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -