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Dólar sobe com temor de piora fiscal e vai a R$ 5,12

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Com recuo de 0,45%, Ibovespa fecha aos 114.611,12 pontos

Por Altamiro Silva Junior

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O dólar chegou a cair a R$ 5,01 pela manhã, com o otimismo pelo início da vacinação contra a covid nos Estados Unidos. Mas a moeda americana embalou alta no fim da manhã e chegou a bater em R$ 5,13 pela tarde, em meio ao temor de prorrogação do auxílio emergencial e da não votação da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) na próxima quarta-feira (16), como está previsto. Por isso, o real acabou sendo destaque de piora hoje ante o dólar no mercado financeiro internacional, junto com o rublo, da Rússia.

No fechamento, o dólar à vista encerrou em alta de 1,52%, a R$ 5,1228. No mercado futuro, o dólar para janeiro fechou em alta de 1,06%, a R$ 5,1195.

No final da manhã, o mercado doméstico piorou e o dólar renovou sucessivas máximas quando o Broadcast mostrou que o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou projeto para prorrogar o pagamento do auxílio até 31 de março de 2021. Ao mesmo tempo, começaram a circular nas mesas de operação o rumor de adiamento da votação da LDO. “É compromisso zero de Brasília com o ajuste fiscal”, disse um gestor de multimercados, ressaltando que os ruídos de hoje interromperam o processo de redução de apostas contra o real, que vem ganhando força desde novembro.

No meio da tarde, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, descartou a renovação do auxílio emergencial porque, “em princípio”, o governo não vai prorrogar o “orçamento de guerra”, que suspendeu a aplicação de regras fiscais. O parlamentar também garantiu a votação da LDO na quarta-feira. Mas o clima de desconfiança permaneceu nas mesas de câmbio e, enquanto no exterior, o dólar ganhou força ante emergentes.

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Os analistas da consultoria inglesa TS Lombard, Elizabeth Johnson e Wilson Ferrarezi, alertam que o atraso da aprovação do Orçamento vai contribuir para manter a incerteza fiscal alta e os prêmios de risco elevados. A disputa pela presidência da Câmara, acrescentam, já provocou atrasos nas discussões orçamentárias e nos projetos fiscais e será o escolhido que vai ditar o ritmo dos avanços no ano que vem.

O cenário-base da TS Lombard é que o auxílio emergencial não será prorrogado para 2021. Ao mesmo tempo, os dois analistas alertam que uma segunda onda mais forte de coronavírus no Brasil aumenta as chances de isso ocorrer.

Enquanto o noticiário fiscal esquentava, a diretora gerente da S&P Global, Lisa Schineller, alertou que a relação entra a dívida bruta e o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, uma medida de solvência de um país, está em nível “extremamente fraco”, superando os 90%. Nesse ambiente, aumenta a preocupação com a rolagem da dívida doméstica, uma fator a ser monitorado em 2021, juntamente com o compromisso do governo em fazer o ajuste fiscal.

Com recuo de 0,45%, Ibovespa fecha aos 114.611,12 pontos

Por Simone Cavalcanti
Bem perto de zerar as perdas acumuladas no ano, o Ibovespa claudica por mais uma sessão com os investidores de olho nos problemas fiscais do país, mas, ao mesmo tempo, um fluxo de recursos não-residentes que mantêm as ordens de compras ativas. Assim, o Índice Bovespa mostrou um movimento lateralizado na etapa vespertina dos negócios, ora no positivo, ora no negativo, mas sempre perto da estabilidade.

Ao final do dia, fechou em baixa de 0,45%, aos 114.611,12 pontos Destaque entre as blue chips, os papéis do Banco do Brasil (um dos mais descontados entre os de primeira linha) encerraram com ganhos de 0,29%. Por outro lado, impactada pelo recuo na cotação do minério de ferro, Vale ON recuou 1,54%.

Pela manhã, havia força compradora, que levou o indicador aos 115.740,10 pontos, na máxima intraday, mas ruídos políticos receberam atenção e algumas notícias geraram incertezas sobre a condução das contas públicas em 2021 reduziram os ânimos.

Líderes da oposição no Congresso declararam mais cedo que queriam analisar vetos do presidente Jair Bolsonaro antes de votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na sessão desta quarta-feira, 16. Mas, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, disse que haverá a votação marcada e que a aprovação definitiva do orçamento deve acontecer entre o fim de fevereiro e o começo de março, já que a instalação da comissão do Orçamento só deve ser em fevereiro, após a eleição da presidência da Câmara e do Senado.

Para Marco Tulli, superintendente de mesas de Operações da Necton, questões políticas, como também a briga política entre o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente Bolsonaro, no contexto que envolve os assuntos do coronavírus, também são negativas.

Nesse clima de receio sobre as questões fiscais, o dólar foi o termômetro do dia, com a divisa no mercado à vista subindo 1,5% e voltando a ser cotado na marca dos R$ 5,12 no fechamento.

Para Lucas Collazo, analista da Rico Investimentos, o temor sobre a situação fiscal no Brasil segue sendo a principal preocupação doméstica dos investidores. “Alguns ruídos sobre a extensão do auxílio emergencial sendo incluída em projeto do Senado casados com a falta de uma posição sobre a perspectiva da vacina para a Covid-19 no Brasil, tiveram seus holofotes no noticiário de hoje”, disse. Um novo projeto de lei apresentado pelo senador Alessandro Vieira não tem o poder de tirar os recursos do teto de gastos, afirmou, lembrando que o projeto precisaria ainda ser aprovado por Senado e Câmara e sancionado pelo presidente antes de entrar em vigor.

Tulli, entretanto, ressalta que, enquanto o fluxo de investimentos estrangeiros estiver vindo em direção aos mercados acionários de países emergentes e, em especial, ao Brasil, essas questões ainda ficam em segundo plano para o desempenho geral da Bolsa.

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