- Publicidade -
19 C
Balneário Camboriú

Em meio à pandemia, endividamento das famílias bate recorde, diz BC

Leia também

Livro com registro inédito sobre a produção teatral em Itajaí será lançado nesta quinta

A história do teatro em Itajaí começou em 1897, no entanto, foi nas décadas de 1970 e 1980 que...

Foragido do RS é preso com arma e drogas em Balneário

Um homem de 34 anos, que estava foragido do RS por furto a caixa eletrônico, foi preso em Balneário...

Vereadores de Balneário Camboriú votarão hoje “calote” no fundo de saúde dos servidores municipais

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú votará nesta quarta-feira, 14, projeto do prefeito Fabrício Oliveira que pretende dar...

Minimercado do centro foi arrombado e furtado nessa madrugada

Um minimercado, localizado na Rua 2.000, foi arrombado e furtado na madrugada desta quarta-feira (14), em Balneário Camboriú. O...

Praça da Cultura receberá primeira empena de arte urbana da área central de Balneário Camboriú

A obra do artista Eduardo Vaso, em andamento na Praça da Cultura, ainda não está pronta, mas já vem...
- Publicidade -

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em outubro do ano passado. Dados divulgados nesta quinta-feira, 28, pelo Banco Central mostram que, naquele mês, o endividamento chegou a 50,3%. Este é o maior porcentual da série histórica, iniciada em 2005.

O porcentual reflete o saldo das dívidas bancárias das famílias em relação à renda acumulada em 12 meses. Entram na conta todas as dívidas com bancos, incluindo as de financiamento imobiliário.

- Publicidade -

Ao avaliar o endividamento recorde, o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, afirmou que os 50,3% não são “um indicativo de que agora teremos problemas”. “Mas (o dado) tem que ser olhado por bancos e famílias”, ponderou. Conforme o BC, o endividamento das famílias sem considerar financiamentos imobiliários atingiu 29,3% em outubro.

Os números do BC mostram ainda que o comprometimento da renda das famílias com as dívidas bancárias chegou a 21,7% em outubro.

Neste caso, o número reflete o quanto da renda é destinado ao pagamento do serviço da dívida todos os meses.

O valor de 21,7% também é o maior da série histórica, mas já havia sido verificado também em setembro de 2015. Sem o financiamento imobiliário, o comprometimento da renda das famílias atingiu 18,9% em outubro do ano passado.

- Publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -