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Balneário Camboriú

Energia elétrica cai 5,60% no IPCA e ajuda na desaceleração da inflação

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A conta de luz foi a principal responsável pela desaceleração da inflação em janeiro, conforme os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta terça-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O item energia elétrica recuou 5,60% no IPCA de janeiro, tirando, sozinho, 0,26 ponto porcentual (p.p.) da variação do indicador agregado, que registrou alta de 0,25%.

Dado o peso da energia elétrica, Pedro Kislanov, gerente do IPCA, considerou que é cedo para dizer se há uma desaceleração contínua na inflação.

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“É muito cedo pra dizer se dá pra notar desaceleração contínua. Janeiro foi muito marcado por energia elétrica, embora tenha havido desaceleração de outros itens”, afirmou o pesquisador do IBGE.

A deflação na conta de luz se seguiu à forte alta de 9,34% registrada em dezembro. O vaivém foi comandado pelas bandeiras tarifárias, taxa extra na conta aplicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para compensar o uso de usinas térmicas, com custo de geração de eletricidade mais elevado.

Em dezembro, a bandeira tarifária era vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em janeiro, a bandeira passou para amarela, com taxa extra de R$ 1,343 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

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Com a conta de luz, o grupo Habitação teve deflação de 1,07% no IPCA de janeiro, com impacto negativo de 0,17 p.p. no índice agregado.

Em contrapartida, o gás de botijão ficou 3,19% mais caro em janeiro, oitava alta seguida, com impacto positivo de 0,04 p.p. no IPCA agregado – o terceiro maior impacto de alta.

Ao lado do grupo Habitação, houve deflação também no grupo Vestuário, com queda de 0,07% no IPCA de janeiro.

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