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Áudios mostram temor de médico por Maradona usar álcool e drogas após cirurgia

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Diego Maradona utilizou drogas e abusou do álcool enquanto se recuperava da cirurgia que fez em novembro para retirada de um coágulo acumulado na região subdural do cérebro. Áudios vazados publicados pelo Infobae mostram o médico Leopoldo Luque e outro integrante da equipe médica que tratava do astro argentino preocupados com esses abusos antes da sua morte.

“Tenho Monona (cozinheira de Maradona) que me conta as coisas porque senão nunca ia descobrir. Ontem, exceto Monona e um segurança, estavam todos fumando. Hoje ele se levantou todo dolorido, sem descansar, com toda a ressaca em cima. Ontem à noite fumou, bebeu vinho com os comprimidos, não pode fazer tudo”, reclamou o médico para Luque.

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“A verdade é que não diferencia a dor do sono ruim. Já tem o hábito de fumar todos os dias, ele pede cigarro aos seguranças. Outro dia eu disse aos seguranças: ‘Quando ele falar isso, dê um charuto para ele'”, seguiu.

Luque pediu para o profissional não se abalar. “Calma, fique calmo. Eu sei mais ou menos como lidar com ele. Eu disse a Maxi (Pomargo, secretário de Maradona e cunhado de Matías Morlas, advogado do craque) que, se houver uma autópsia, pule isso. O que menos vão responsabilizar é a parte de saúde, é uma questão do ambiente. Nós podemos contornar, podemos propor”, rebateu Luque.

“A maconha não causa dano a um determinado órgão para que eu suspeite disso. Posso supor, mas se não procuro, não analiso, sem o consentimento do paciente não tem uma forma. Do ponto de vista médico, não há nenhuma responsabilidade. Fica a cargo do paciente”, enfatizou. “Agora, se procuram o paciente, se a polícia investiga e vê que há um determinado ambiente, vão atacar isso. Não é uma responsabilidade médica. Seria se eu desse maconha a ele, ele ficasse intoxicado e morresse. Aí sim, porque não foi bem supervisionado nem contido. Mas isso é algo ilegal, não tem nada a ver com algo médico”.

Mesmo com a explicação de Luque, o outro profissional de saúde voltou a mostrar preocupação. “Não aguento mais a situação em que Charly (marido da prima de Rocío Oliva, namorada de Maradona) dá maconha a Diego. Não sei o que fazer para parar. Quando ele estava dando a maconha, eu disse que se ele morresse eu que teria que dar a cara quando a maconha fosse indicada na autópsia”, disse.

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E foi além. “Como te disse, confio muito na Monona e no segurança que está agora. Eles me disseram que ontem Charly havia combinado de entrar com uma mulher durante a noite. Então para se livrar do Diego lhe deu cerveja e cigarro”, falou. “Encontrei restos de maconha picada por toda parte e um cheiro na casa. O cara fazendo sexo na área de serviço e a Monona com o segurança vendo que Diego não se levantava. Não dormiram nada, não queriam dormir para caso tivesse algum problema”.

Maradona ficou 13 dias em sua casa após ter alta da cirurgia. Morreu no dia 25 de novembro do ano passado e o Ministério Público Argentino investiga para saber se houve negligência no caso.

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