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Cristina Kirchner diz que Argentina não tem como pagar US$ 45 bi ao FMI

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Em meio a negociações pela reestruturação de quase US$ 45 bilhões da dívida soberana da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a vice-presidente do país, Cristina Kirchner, afirmou nesta quarta-feira, 24, que o governo não tem condições de pagar o passivo com a instituição multilateral.

“Todos nós sabemos que com os prazos e taxas que se pretendem, não é só inaceitável, mas não é uma questão subjetiva, é uma questão que não podemos pagar porque não temos dinheiro para pagar”, disse, em discurso durante ato em memória do golpe de Estado de 1976.

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Kirchner, contudo, assegurou que não defende um default e alegou que seu partido é o único que trabalhou para quitar dívidas contraídas em gestões anteriores. Ontem, o ministro da Economia argentino, Martín Guzman, se reuniu com a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e garantiu que o “diálogo irá continuar”.

Apesar disso, o comentário da vice-presidente hoje alimentou incertezas de investidores a respeito da solvência da nação sul-americana e derrubou os mercados locais. Na Bolsa de Buenos Aires, o índice Merval fechou em queda de 1,16%, a 48.615,26 pontos.

A Argentina está no meio de um processo de reorganização da dívida externa contraída para fazer frente à crise cambial que atingiu o país em 2018, durante a gestão de Mauricio Macri. No ano passado, a Casa Rosada, após entrar em default técnico, conseguiu acordo com credores privados para reestruturar uma obrigação de US$ 65 bilhões.

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