- Publicidade -
23 C
Balneário Camboriú

Lideranças religiosas protocolam novo pedido de impeachment contra Bolsonaro

Leia também

‘Há uma grande operação abafa em curso’, diz economista sobre corrupção no País

PEC da Blindagem, derrubada da quebra do sigilo fiscal e bancário do senador Flávio Bolsonaro na Quinta Turma do...

Vereador Patrick discute projetos de apoio ao SAMU, IGP e gestantes

A situação do SAMU, as condições estruturais do Instituto Geral de Perícias (IGP) e outras demandas foram tema do...

Fiscalizômetro analisará quase R$ 80 milhões em licitações e contratos

Daniele Sisnandes O vereador de Balneário Camboriú Lucas Gotardo, do Partido Novo, acaba de lançar o Fiscalizômetro, um instrumento de...

Representantes católicos e evangélicos levaram até a Câmara nesta terça-feira, 26, mais um pedido de impeachment contra o presidente da República Jair Bolsonaro. “Temos a consciência de quem nem todas as pessoas das nossas igrejas são favoráveis a esse ato que estamos fazendo, mas é importante destacar essa pluralidade e as contradições que existem no âmbito do Cristianismo. Nem todo Cristianismo é bolsonarista”, afirmou a pastora Romi Márcia Bencke, representante do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil.

O pedido de impeachment é assinado por religiosos críticos ao governo. Na lista estão padres católicos, anglicanos, luteranos, metodistas e também pastores. Embora sem o apoio formal das igrejas, o grupo tem o respaldo de outras organizações como a Comissão Brasileira Justiça e Paz da Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e a Aliança de Batistas do Brasil.

- Publicidade -

O pedido é baseado em denúncia de crimes de responsabilidade referentes à área de saúde e das políticas sanitárias durante a pandemia.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (RS), o líder da Minoria na Câmara, José Guimarães (PT-CE) e o da Minoria no Congresso, Carlos Zarattini (SP) também participaram do evento. Eles devem apresentar nesta quarta-feira, 27, outro pedido de impeachment contra Bolsonaro, assinado em parceria com demais partidos da oposição.

A decisão de dar ou não o pontapé inicial no impeachment cabe ao presidente da Câmara, que também pode engavetar os pedidos – desde o início do mandato de Bolsonaro foram protocoladas 61 ações desse tipo contra ele, das quais 56 estão ativas.

No pedido formalizado nesta terça, os líderes religiosos acusam o presidente de agravar a crise do coronavírus e, consequentemente, o número de mortes. Para eles, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade e desrespeitou princípios constitucionais e o direito à vida e à saúde. Mais de 200 mil pessoas já morreram em decorrência de covid-19.

- Publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -

Série ‘Os Últimos Dias de Gilda’, de Gustavo Pizzi, estará no Festival de Berlim

Uma mulher que vive sua vida intensamente, se preocupando em buscar a sua felicidade sem se importar com o...
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -