- Publicidade -
20 C
Balneário Camboriú

Estudo da Fiocruz reforça que reinfecção por covid-19 é possível e pode ser grave

- publicidade -

Leia também

Aumento de focos e casos de dengue na região preocupa

População precisa ajudar a conter infestação do Aedes aegypti

Em 2019 Paulo Gustavo apareceu de surpresa em cinema de Balneário Camboriú

Relembre a nota da colunista social, Sonia Tetto, de 02/01/2020. "O ator Paulo Gustavo “invadiu” uma sala de cinema do...

Atleta e técnico de Balneário convocados para semana de treinos em SP com vistas aos Jogos Paralímpicos

A atleta Suelen Marcheski de Oliveira e seu treinador Caike Jacob Rovigo foram selecionados para participar do camping seletivo...

Professora do colégio Maria da Glória, agredida por mãe de aluna em 2019, será indenizada

Uma professora de Química, que foi agredida pela mãe de uma aluna na saída da Escola de Educação Básica...

Câmara delibera sobre um projeto e duas medidas provisórias nesta quarta

Na pauta da sessão legislativa desta quarta-feira (5), o projeto 76/2020, de autoria do Poder Executivo, que desafeta do...
- Publicidade -

Por Roberta Jansen

Casos assintomáticos e mesmo brandos de covid-19 não oferecem imunização contra a doença, segundo um novo estudo da Fiocruz divulgado nesta quarta-feira. Publicado na Social Science Research Network, o trabalho reforça a ideia de que a reinfecção pelo SarsCov2 é possível e pode resultar em um quadro grave da doença. Ou seja, a população está ainda mais vulnerável à pandemia do que se imaginava.

- Publicidade -

O principal autor do estudo, o virologista Thiago Moreno, disse que apressou ao máximo a divulgação dos resultados por uma questão de responsabilidade social.

“Sinto como uma questão de responsabilidade social divulgar o quanto antes”, afirmou Moreno, lembrando que estamos às vésperas do período de festas e viagens de férias. “Se você já teve uma infecção assintomática ou branda, isso não significa que não vá ter de novo, nem que será branda novamente.”

O estudo foi feito no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) a partir do sequenciamento de genótipos do novo coronavírus. O trabalho acompanhou semanalmente quatro indivíduos que não apresentaram nenhum sintoma desde o início da pandemia, em março. Foram feitos testes sorológicos e RT-PCR em todos os indivíduos acompanhados e todos testaram positivo, embora fossem assintomáticos.

No sequenciamento dos genomas, os pesquisadores confirmaram que uma pessoa contraiu o vírus associado à um genoma importado e outra apresentou uma estrutura viral associada ao genoma que já circulava pelo Rio de Janeiro.

- Publicidade -

De acordo com Moreno, um dos voluntários procurou novamente o grupo de pesquisa no final de maio, alegando sinais e sintomas mais fortes de covid-19, como febre, e perda de paladar e olfato

“Quando fizemos o RT-PCR mais uma vez, os quatro indivíduos testaram positivo. O que observamos foi uma reinfecção dentro do ambiente familiar”, explicou o pesquisador. “Contudo, a pessoa que apresentou em março o genótipo associado a casos importados agora estava infectada por uma outra cepa. O outro indivíduo, que tinha sido infectado com o genótipo que circulava no Rio continuava com o mesmo genótipo, mas ele já tinha algumas mutações acumuladas, o que permitiu a interpretação de que era uma reinfecção e não uma persistência da infecção.”

Para o virologista, o trabalho reforçou a noção de que a reinfecção é possível – algo comum entre os vírus respiratórios. Segundo ele, a primeira exposição ao vírus não garantiu uma memória imunológica do organismo.

“Pessoas com casos assintomáticos ou muito brandos, se forem reexpostas ao vírus, poderão ter novamente uma infecção”, disse. “Desta vez, pode ser uma infecção mais severa do que a primeira, como demonstrado na pesquisa.”

Quando o organismo é invadido por algum microorganismo estranho, ele, inicialmente, lança uma resposta genérica para combater o invasor. Por não ser específica, essa resposta não gera uma memória da invasão, embora consiga derrotar as formas mais brandas da infecção. Nesses casos, não há imunização.

Nas formas mais graves e mais longas da doença é diferente. Há a formação de uma resposta adaptativa específica para combater aquele invasor. Essa resposta é que forma a imunização.

Um outro problema, segundo Moreno, é que em alguns casos pode até acontecer uma imunização, mas que não é duradoura – é o que ocorre no caso do vírus influenza, por exemplo. “Os dois mecanismos podem estar acontecendo em paralelo”, explicou.

- Publicidade -

Jornal Página 3 nas redes

39,696FãsCurtir
18,100SeguidoresSeguir
6,592SeguidoresSeguir
11,600InscritosInscrever
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Em 2019 Paulo Gustavo apareceu de surpresa em cinema de Balneário Camboriú

Relembre a nota da colunista social, Sonia Tetto, de 02/01/2020. "O ator Paulo Gustavo “invadiu” uma sala de cinema do Balneário Shopping, em Santa Catarina,...

Atleta e técnico de Balneário convocados para semana de treinos em SP com vistas aos Jogos Paralímpicos

A atleta Suelen Marcheski de Oliveira e seu treinador Caike Jacob Rovigo foram selecionados para participar do camping seletivo para os Jogos Paralímpicos de...

Professora do colégio Maria da Glória, agredida por mãe de aluna em 2019, será indenizada

Uma professora de Química, que foi agredida pela mãe de uma aluna na saída da Escola de Educação Básica Professora Maria da Glória Pereira,...
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
×

Olá, leitor

Sugestões de pautas, informações em geral.

×