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Prefeitos e secretário de Estado se reúnem em BC para criação de novos leitos na região

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Em nova reunião com o governo do Estado nesta terça-feira, (2), representado pelo chefe da Casa Civil, Eron Giordani, os prefeitos da região da Amfri iniciam, a partir de hoje, a contagem regressiva para assegurar o que foi prometido: 55 novos leitos na região, dos quais 15 de UTI’s (10 no Hospital Marieta Konder Bornhausen e 5 no Centro Municipal de Tratamento de Covid-19, em Balneário Camboriú e 40 leitos de retaguarda (20 no Hospital de Luiz Alves, 10 no Hospital Cirúrgico em Camboriú, 5 no Hospital Santo Antônio em Itapema e 5 no Hospital de Penha).

O encontro aconteceu no gabinete do prefeito Fabrício Oliveira com a participação do presidente da Amfri, o prefeito de Porto Belo, Emerson Stein, os prefeitos de Penha, Aquiles da Costa, de Luiz Alves, Marcos Veber, o vice-prefeito de Itapema, João Luiz Emel, além de secretários de saúde dos municípios e diretores de hospitais.

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Durante a reunião foi apresentado um levantamento da quantidade possível de leitos a serem criados na região, seja para UTI’s ou leitos de retaguarda.

A Coordenadora da Comissão Intergestora Regional de Saúde (CIR) e Secretária de Saúde de Luiz Alves, Juliana Rodrigues de Brito Wust destacou que o Hospital Marieta e o Ruth Cardoso são de alta complexidade e por isso necessitam que os hospitais menores tenham leitos clínicos disponíveis para que eles possam fazer o atendimento em UTI’s.

“É uma necessidade de sensibilização de todos os envolvidos para que isso ocorra o mais depressa possível. O prazo que nos foi dado, é que a partir do dia que for emitido o documento ao governo do Estado, ou seja, na data de hoje (2), será feito esse levantamento junto à Secretaria de Saúde do Estado para começar a equipar os hospitais”, disse Juliana.

O prefeito Fabrício considerou o encontro importante nesse momento de grande necessidade e urgência da região.

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“A reunião foi importante porque poderá transpor alguns obstáculos que dificultavam os outros municípios a viabilizar seus leitos, como a questão da equipe médica e a questão do credenciamento dos leitos de UTI e retaguarda. Agora esses novos leitos podem ser pagos pelo valor real, não pelo valor do SUS, que inviabilizava, por exemplo, a contratação de médicos. Diante da carência de equipes médicas por aqui, provavelmente teremos que ir buscar em outros lugares do Estado”, disse.

O passo seguinte, em andamento, é o levantamento dos equipamentos, insumos e contratação de pessoal necessários para os novos leitos para que o governo do Estado proceda o repasse dos recursos para as contratações e o custeio.

Eron Giordani enfatizou que o Estado entende que há a necessidade de intervenção em todas as regiões.

“Viemos conhecer a demanda. Nós temos a possibilidade de ampliar a oferta, até mesmo em questão de RH e oferecemos transporte interhospitalar, incluindo fretamento aéreo quando necessário, buscando recursos para o tratamento dos pacientes. Iniciamos ontem a contratação de UTI em rede privada e de acordo com o levantamento apresentado, buscaremos dar todo o suporte necessário”, afirmou o chefe da Casa Civil.

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