- Publicidade -
23 C
Balneário Camboriú

Remoção de pacientes é única solução para reduzir fila em Manaus, diz Pazuello

Leia também

Restam apenas 6 leitos de UTI em hospitais públicos de Itajaí e Balneário Camboriú

Apesar do cenário desesperador, que afeta todo o Estado, grupos de empresários continuam se movimentando para pressionar o judiciário e o governador contra restrições ao funcionamento das empresas.

Praticamente não existem mais leitos de UTI em Santa Catarina

Boletim do Governo do Estado neste domingo, 28, mostra que Santa Catarina entrou em colapso, com apenas 10 leitos...

Média móvel de mortes por covid-19 volta a bater recorde e chega a 1.208 no País

A média móvel de mortes por covid-19 voltou a bater recorde neste domingo, 28, e chegou a 1.208, segundo...

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o atendimento básico em Manaus (AM) deve ser a prioridade no Estado. Durante cerimônia de recepção de profissionais do Programa Mais Médicos na capital amazonense, Pazuello afirmou que “a remoção (dos pacientes para outros Estados) é a única solução para diminuir o impacto da fila”. “sem a remoção de 1.500 pessoas, vão continuar morrendo 80 a 100 pessoas por dia”, advertiu.

A ideia do ministério é desafogar o atendimento especializado na região para que não haja sobrecarga do sistema de saúde do Estado.

- Publicidade -

Segundo o ministro, dos 350 pacientes transferidos para outras regiões do País nas últimas semanas, 80 já estão curados.

Pazuello reafirmou também o compromisso com a continuidade da política de transferência dos pacientes.

Logística impraticável

Dentre os problemas listados pelo ministro que levaram ao colapso de saúde em Manaus, está a falta de oxigênio, leitos e recursos humanos na região. No entanto, Pazuello demonstrou tranquilidade e afirmou que “o oxigênio (em Manaus) está estável”.

- Publicidade -

O ministro apontou o isolamento logístico e o clima do Estado como fatores que agravaram a situação em Manaus. De acordo com ele, a região tem uma “logística quase impraticável”.

Não é momento para sorrisos e festa

Sem citar nomes, Pazuello fez críticas a quem está “de olho branquinho e cabelinho arrumado” durante a atual situação do País. Segundo o ministro, neste momento quem não está de “olho vermelho, barba mal feita e camisa desgrenhada” está errado.

Ao comentar sobre as ações realizadas no Estado, Pazuello também subiu o tom ao dizer que as ações não eram para “inglês ver” e que não queria propaganda política.

“Não é momento para inglês ver e tirar foto, nós não queremos foto. Nenhuma foto. Nem um banner, nem uma propagando política, nada. Nós queremos o atendimento básico”, disse o ministro. “Não é momento de sorrisos, aplausos e festa. É momento de olhar duro, dedicação e foco na missão, 24 horas”, acrescentou.

Vacinação

Sobre a vacinação, Pazuello disse que, com a liberação dos insumos da China na semana que vem, o País tem “tranquilidade na cronologia de fornecimento das vacinas”. E voltou a garantir que Manaus é a prioridade de vacinação do País. “Nosso objetivo é ultrapassarmos a capacidade da prefeitura de vacinar”, afirmou, propondo que o governo municipal “tem que se organizar para vacinar ainda mais”.

Pazuello elogiou a atitude dos governadores de ceder 5% das doses das vacinas destinada a cada Estado para o Amazonas e ressaltou que a iniciativa é “uma grande demonstração de união no nosso país”.

- Publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -

Corpo encontrado no Rio Camboriú é do morador de Balneário Odair José Lessa

O corpo encontrado pelo Corpo de Bombeiros no sábado (27), no Rio Camboriú, nas proximidades do edifício Marina Beach...
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -