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Balneário Camboriú

DJ e jornalista de Balneário Camboriú foi escolhida para representar gravadora australiana

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Renata Rutes

A DJ Daniele Sisnandes, mais conhecida como Kali Yuga, tem 15 anos de estrada na música eletrônica em Balneário Camboriú. Ela começou a carreira em 2005 – primeiro tocava em bandas de hardcore, e depois se apaixonou pela música eletrônica – mas ficou alguns anos focada no jornalismo, foi repórter e editora do Jornal Página 3 por mais de 10 anos.

Em 2020, ela se reinventou e mesmo com a pandemia produziu muito. Kali Yuga tem novidades, e além de integrar desde janeiro o casting da agência Ilumini Bookings, ela agora é a representante no Brasil da gravadora australiana Universal Tribe Records.

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A DJ conta que a ‘volta’ para a música, após alguns anos longe das pick-ups, aconteceu de forma despretensiosa, através de um grande amigo que a convidou para tocar em uma festa.

“Aquilo fez eu me lembrar de como eu amava tocar, mas por circunstâncias da vida, tinha deixado totalmente de lado. Depois disso fui voltando a me conectar com a cena trance, toquei em algumas festas na região e também oeste catarinense”, diz.

Neste ano, Kali Yuga reforçou sua carreira, entrando para o casting da Ilumini Bookings, Agência de Booking e Management artístico. Ela salienta que o ‘encontro’ aconteceu porque ela estava seguindo um processo de amadurecendo em seu projeto, passando a tocar uma linha mais séria dentro do progressive trance.

“Ter o suporte de uma agência nessa mudança de rota fez toda a diferença. Me deu estrutura, apoio, orientação, suporte jurídico. Além disso, estar numa agência significa liberdade. O artista pode se concentrar no som, e não precisa se preocupar com a burocracia de contratos e questões de logística, por exemplo. Antes eu andava sozinha e agora tenho uma família que corre comigo, colegas que se apoiam e torcem uns pelos outros. Tenho muita gratidão por essas conexões”, afirma.

Mesmo com a pandemia, a DJ comemora que, para ela, foi um ano extremamente produtivo e aponta que aproveitou cada segundo e oportunidade para divulgar o seu trabalho. “Mergulhei de cabeça na pesquisa de novos sons e fiz conexões com gente de todo canto”, analisa. Mesmo sem poder se apresentar presencialmente para o público, Kali seguiu a onda das lives e participou de aproximadamente 10. “Eu agarrei cada chance e as portas foram se abrindo. O networking também contou muito, apoiando as lives de outros artistas e até promovendo um festival online em parceria com o meu irmão (o também músico, Guilherme Sisnandes). Simplesmente não consegui terminar nenhuma série da Netflix na pandemia porque estava sempre em atividade (risos), mas a recompensa veio. Além de manter a cabeça ativa num período complicado, todo esse feedback positivo me motivou demais”, pontua.

Agora, Kali Yuga tem outra super novidade: ela acaba de ser escolhida para ser a representante no Brasil da gravadora australiana Universal Tribe Records, que era uma das empresas que ela mais estava tocando.

“Eles me mandaram um e-mail me convidando a ‘subir a bordo’. Foi e é surreal estar entre meus ídolos! E é especial também porque a label está passando por uma expansão, contratando DJs fora da Austrália e dando prioridade a mulheres. Isso significa muito em uma cena dominada por homens, é uma mensagem poderosa”, acrescenta.

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A DJ avalia que a sua participação pode inspirar outras artistas a seguirem acreditando em seus sonhos e que isso já a faz ver que todo o esforço e dedicação que vem tendo vale a pena.

“O meu contrato é para representá-los onde eu tocar, uma espécie de embaixadora do som da gravadora. O foco para 2021 é apresentar o Bush Prog pelo Brasil, mas uma lição que eu aprendi nessa pandemia é que limites não existem se você se dedica, se mexe e se conecta!”, completa.

Conheça o trabalho de Kali Yuga em seu set de boas-vindas na Universal Tribe Records: https://soundcloud.com/universaltribe-records/kali-yuga.

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